Os conflitos armados representam uma das maiores ameaças contemporâneas à saúde pública. Em contextos de instabilidade política e violência, hospitais são destruídos, profissionais de saúde são alvos diretos e o acesso a remédios essenciais torna-se severamente limitado. Estima-se que, em regiões afetadas por conflitos, mais de metade das infraestruturas de saúde sejam danificadas ou inutilizadas. Assim, o debate da Organização Mundial da Saúde (2025) busca compreender como o sistema internacional pode garantir o acesso a medicamentos e serviços de saúde em áreas de conflito, levando em consideração os desafios logísticos, políticos e éticos envolvidos, e o financiamento para a reconstrução de sistemas de saúde no pós-conflito.
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