Com a reabertura ao público de algumas cavernas turísticas nacionais, grupo de pesquisa multidisciplinar na elaboração de diretrizes e recomendações diante da COVID-19 para esses espaços, que tem a participação do professor da PUC Minas Luiz Eduardo Panisset Travassos, do Programa de Pós-graduação em Geografia – Tratamento da Informação Espacial, adequou diretrizes da International Show Caves Association (Isca) para as diferentes realidades nacionais. E o resultado é uma publicação que descreve essas recomendações. O grupo conta com a participação de gestores privados e públicos de cavernas abertas à visitação, pesquisadores da UFSCar, USP, Ufla e PUC Minas, além do IEF-MG e consultores da área ambiental, de Mariana Barbosa Timo e coordenação do professor Heros Augusto Santos Lobo. Acesse a publicação em http://www1.pucminas.br/imagedb/documento/DOC_DSC_NOME_ARQUI20200714120143.pdf.
“Dadas as incertezas inerentes a este cenário, recomenda-se estabelecer um sistema de registros para monitoramento de não-conformidades e potenciais ações de correção e adequação dos protocolos propostos. Incentiva-se também adoção de potenciais ações de rastreamento e monitoramento de casos, que permitam alertar visitantes e funcionários de potenciais riscos que venham a se desenvolver no ambiente subterrâneo em função de consequências da pandemia”.
O grupo ressalta ainda que “as diretrizes ora apresentadas não são definitivas, tampouco prescrevem, por si, obrigatoriedades a serem cumpridas pelas entidades gestoras das cavernas turísticas. As orientações foram construídas coletivamente e objetivam contribuir para ampliar a segurança dos visitantes”.